"Somos o que somos, inclassificáveis!"
Bibliographic Data
| ID | 21858092 |
|---|---|
| Authors | Monique Castro Almeida (Secretaria da Educação), Miguel Rodrigues De Sousa Neto (0000-0001-9672-3315, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) |
| Year | 2020 |
| Volume | 11 |
| Issue | 22 |
| Pages | 233-251 |
| Publication date | 2020-05-10 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | albuquerque revista de história (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1983-9472 • E-ISSN: 2526-7280 |
| Publisher | Albuquerque: revista de historia (PUBLISHER) |
| DOI | 10.46401/ajh.2019.v11.3555 |
| OpenAlex | W3025306789 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
O período de 1969-74 é conhecido como Anos de Chumbo, uma referência à violência do governo Médici na repressão daqueles que se opunham à ditadura civil-militar. Foi um tempo marcado por forte repressão às organizações políticas e pela censura às produções artísticas. Em 1973, no bojo desse processo, a banda Secos & Molhados surgia como fenômeno mercadológico, trazendo uma disfarçada crítica à ditadura militar – e uma clara crítica aos costumes – no cenário musical brasileiro, vendendo milhares de discos e atraindo inúmeras pessoas aos seus shows. O grupo surpreendeu, sobretudo, por mesclar uma forte sensação de virilidade, não apenas por meio da voz, mas da performance, imprimindo ao espetáculo a ideia de dois pólos que se repelem e se atraem: masculino e feminino, homem e mulher. Assim, pretende-se, analisar a possibilidade de liberação sexual, em voga no Brasil, por meio da performance do grupo musical Secos & Molhados
Art · Humanities · Musical · Visual arts · Arts and Performance Studies · Brazilian cultural history and politics · Youth, Politics, and Society
| Highly cited | No |
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