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Ser mulher na Segunda Guerra Mundial

Um olhar sobre o universo feminino na década de 40: no lar, na rua e no esforço de guerra

Bibliographic Data

ID22013194
AuthorsCristina De Lourdes Pellegrino Feres (0009-0004-4688-7732, corresponding author)
Year2024
Volume3
Issue33
Pagese67534
Publication date2024-10-04
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCordis Revista Eletrônica de História Social da Cidade (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2176-4174 • E-ISSN: 2176-4174
PublisherPontifical Catholic University of Sao Paulo (PUC-SP) (PUBLISHER)
DOI10.23925/2176-4174.v3.2024e67534
OpenAlexW4403939898
LanguagePT

As guerras são feitas pelos homens, mas as mulheres sempre se envolveram nelas, de forma direta ou indireta. Em geral, porém, tendem a ser relegadas ao papel de coadjuvantes, como vítimas dos conflitos bélicos ou à sombra das histórias masculinas. Mas durante a Segunda Guerra Mundial as mulheres alemãs, francesas, inglesas, soviéticas e italianas foram estimuladas a assumir trabalhos do sexo oposto ou a se envolver como voluntárias, no caso das brasileiras. Elas formaram comitês de ajuda aos soldados em combate, mandam roupas, medicamentos, cartas. Foram franco-atiradoras, enfermeiras, correspondentes de guerra, sabotadoras, aviadoras. Elas quebraram tabus ao preencher espaços e trabalhos até então considerados como exclusivamente masculinos, mas permanecem invisíveis combatentes da Segunda Guerra, sobre cuja atuação ainda estende um véu de esquecimento

Art · Political science · African history and culture studies · Historical and Contemporary Political Dynamics · Historical Gender and Feminism Studies

Highly citedNo

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