Quem faz Arqueologia abre uma janela
Bibliographic Data
| ID | 22015286 |
|---|---|
| Authors | Felipe Benites Tramasoli (0000-0002-6550-1215, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 13 |
| Issue | 1 |
| Pages | 36634 |
| Publication date | 2020-06-13 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Oficina do Historiador (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2178-3748 • E-ISSN: 2178-3748 |
| Publisher | Edipucrs (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.15448/2178-3748.2020.1.36634 |
| OpenAlex | W3035011659 |
| Language | PT |
| References cited | 6 |
O pensamento arqueológico tem passado por efervescente criticismo nas últimas décadas em decorrência de ideias que contestam a hegemonia de categorias modernas. A dualidade humanista, a preponderância da discursividade, além da noção de tempo linear são alguns exemplos de categorias que estão em xeque desde o final do século passado. Esse cenário acabou propiciando uma aproximação mais pertinente entre a Arqueologia e outras áreas, como é o caso da Arte. Neste artigo, então, faço uma análise dessa interação, destacando algumas ressalvas que devemos tomar diante desse diálogo. Ainda, defendo que a Arqueologia deva, sim, utilizar-se da Arte, mas não como mera inspiração, tal qual uma nova espécie de Arqueologia promovedora de analogias, mas como um instrumental capaz de nos municiar de uma epistemologia mais combativa, mais condizente com as características próprias do fazer arqueológico. Por fim, trago aqui exemplos de três trabalhos desenvolvidos nos últimos anos e que julgo ilustrarem tal potencialidade
Art · Humanities · Amazonian Archaeology and Ethnohistory · Archaeology and Cultural Heritage · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |