Olimpíada do Exército, 1972
O show de Elis Regina e a construção da memória hegemônica crítica à ditadura militar brasileira
Bibliographic Data
| ID | 22015361 |
|---|---|
| Authors | Bruno Duarte Reis (0000-0002-1927-7128, corresponding author), Bruno Duarte Rei |
| Year | 2025 |
| Volume | 27 |
| Issue | 50 |
| Pages | 49-70 |
| Publication date | 2025-06-30 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | ArtCultura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2178-3845 • E-ISSN: 2178-3845 |
| Publisher | PPUFU - Portal de Periódicos da Universidade Federal de Uberlândia (PUBLISHER) |
| DOI | 10.14393/artc-v27-n50-2025-80231 |
| OpenAlex | W4415684415 |
| Language | PT |
Este artigo analisa o apagamento da participação de Elis Regina na Olimpíada do Exército de 1972 durante o processo de consolidação de sua imagem como a da intérprete do “hino da anistia” – a saber, a canção “O bêbado e a equilibrista”, composta por João Bosco e Aldir Blanc e gravada por Elis em 1979. Com base em recortes de jornais e revistas contidos no Fundo da Comissão Executiva Central do Sesquicentenário (Arquivo Nacional) e em cartuns publicados no semanário alternativo O Pasquim, procura demonstrar, mais precisamente, como é que esse fenômeno de natureza pontual expressa uma síntese de um movimento mais amplo de construção social de uma memória hegemônica crítica à ditadura militar, que tomou o mito da “resistência” como um elemento de aglutinação da oposição e, consequentemente, conformação das identidades políticas forjadas no decurso da transição democrática
Modernity · Politics · Brazilian cultural history and politics · History, Culture, and Society · Sociology and Education in Brazil
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |