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João Francisco dos Santos não é Madame Satã

Colonialidades, Racismo e a disputa de Imaginários acerca de Sujeitos Negros LGBTQIAP

Bibliographic Data

ID22015662
AuthorsCarlos Alberto De Carvalho (0000-0001-8433-8794, Universidade Federal de Minas Gerais), Aleone Rodrigues Higidio (0000-0002-4271-5333, Universidade Federal de Minas Gerais)
Year2022
Volume17
Issue1
Pages75-97
Publication date2022-12-15
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Mídia e Cotidiano (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2178-602X • E-ISSN: 2178-602X
PublisherPro Reitoria de Pesquisa, Pos Graduacao e Inovacao - UFF (PUBLISHER)
DOI10.22409/rmc.v17i1.54618
OpenAlexW4311807808
LanguagePT

Este artigo parte da inquietação de um sujeito-pesquisador negro em investigar como as colonialidades contribuem na reconfiguração do racismo na narrativa, histórica e audiovisual, do ícone da contracultura brasileira, João Francisco dos Santos, inspiração para o filme Madame Satã (2002). Na tentativa de reivindicar a condição de sujeito, no lugar da objetificação desse artista, debruça-se sobre os estudos raciais, ancorando-se, principalmente, em autoras e autores negras, bem como nos estudos decoloniais. Conclui-se que, ainda que se retrate parte da vida artística de João Francisco dos Santos, o racismo, bem como as LGBTQIAP+fobias, são reelaborados no imaginário popular a partir da manutenção de alcunhas racistas, mesmo na obra de Karim Aïnouz, narrativa ficcional onde há espaço para fabulações

Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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