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Ângelo Cretã e Jair de Oliveira

Dois vereadores indígenas, a tutela do Estado e a emancipação

Bibliographic Data

ID22016906
AuthorsJoão Gabriel Da Silva Ascenso (Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author)
Year2022
Issue25
Pages73-91
Publication date2022-08-25
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Transversos (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2179-7528 • E-ISSN: 2179-7528
PublisherUniversidade do Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER • BR)
DOI10.12957/transversos.2022.68010
OpenAlexW4293794482
LanguagePT

Na década de 1970, em plena ditadura militar, o Brasil vivia um crescimento da mobilização indígena, que se integrava em nível nacional, bem como um aumento da repercussão dessas articulações na imprensa e na opinião pública. Ao mesmo tempo, as políticas oficiais referendavam concepções que atrelavam os indígenas a um estado de infância, que implicariam em uma tutela do Estado sobre esses povos. Entretanto, previa-se a possibilidade de término dessa tutela, com o recurso da emancipação: uma ferramenta legal controversa que pretendia que um indígena ou uma comunidade não fossem mais considerados indígenas. O presente artigo analisa essa problemática a partir da discussão da trajetória de dois indígenas que se elegeram vereadores nesse contexto: o Kaingang Ângelo Cretã, do Paraná, e o Terena Jair de Oliveira, de Mato Grosso

Art · Humanities · Political science · Brazilian cultural history and politics · Indigenous Health and Education · Indigenous Studies in Latin America

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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