Samba e Polícia resistência e crônicas cotidianas de um olhar contra-hegemônico na cidade do Rio de Janeiro
Bibliographic Data
| ID | 22018914 |
|---|---|
| Authors | Eduardo Barbosa (corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 3 |
| Issue | 2 |
| Pages | 062-077 |
| Publication date | 2020-12-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Herança (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2184-3090 • E-ISSN: 2184-3090 |
| Publisher | UK Zhende Publishing Limited Company (PUBLISHER) |
| DOI | 10.29073/heranca.v3i2.307 |
| OpenAlex | W3126993680 |
| Language | PT |
O objetivo deste trabalho é resgatar através de três sambas produzidos em épocas distintas, a violência policial como traço comum na linguagem do sambista, como um foco de resistência e contra-hegemonia frente ao Estado. Por meio da análise crítica do discurso sobre as três composições: Delegado Chico Palha (1938), Assim não Zambi (1979) e Numa cidade muito longe daqui - Polícia e Bandido (2009) percebe-se que o samba pode ser compreendido tanto como uma espécie de crônica do cotidiano carioca, como também um produto cultural e de resistência popular em relação ao poder coercitivo do Estado exercido pela polícia. Desse modo, busca-se comprovar que o samba é um material profícuo e um corpus legítimo para a análise dessa questão. Ao refletir sobre o papel da polícia na cidade do Rio de Janeiro, a violência policial aparece como traço em comum e fio norteador desses três sambas analisados para o artigo, pois ao invés de garantir a ordem pública e mediar os conflitos, a violência policial, conforme retrada pelos sambistas, acaba por causar graves transtornos
Humanities · Brazilian cultural history and politics · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy · Physical Education and Sports Studies
| Highly cited | No |
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