Biohackeando o amor
Ciência à margem como heterotopia artística-científica-afetiva
Bibliographic Data
| ID | 22019165 |
|---|---|
| Authors | Luiza Quental (0000-0003-0407-3955, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 2 |
| Issue | 2 |
| Pages | 97-109 |
| Publication date | 2020-12-03 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista 2i | Estudos de Identidade e Intermedialidade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2184-7010 • E-ISSN: 2184-7010 |
| Publisher | University of Minho (PUBLISHER • PT) |
| DOI | 10.21814/2i.2671 |
| OpenAlex | W3110874652 |
| Language | EN |
| References cited | 4 |
Presente texto busca discutir como a trajetória da medicalização no ocidente, a virada cultural contra expertise médica, a emergência de novas subjetividades científicas e o surgimento de práticas marginais de ciência e tecnologia ajudam a contextualizar novas relações todo-meio-parte com a ciência, tecnologia, arte, e mundo mais amplo a partir do conceito de heterotopia. Usando como estudo de caso o experimento científico-artistico-afetivo de uma artista que reprogramou seu cérebro para desapaixonar-se por um ex-namorado, exploramos como as práticas marginais de ciência, além de serem locais privilegiados para tanto iluminar as atividades da ciência institucional quanto observar as novas relações e correlações que estas ganham ao associar-se ao mundo maior, também possibilitam um reordenamento de valores e locais de poder e podem compor projetos culturais diversos
Art · Humanities · Philosophy · Science Education and Perceptions
| Highly cited | No |
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