A distopia enquanto linguagem
Entrevista com Anita Deak
Bibliographic Data
| ID | 22019192 |
|---|---|
| Authors | Taynnã de Camargo Santos (0000-0002-2081-295X, University of Minho, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 2 |
| Issue | 2 |
| Pages | 239-242 |
| Publication date | 2020-12-03 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista 2i | Estudos de Identidade e Intermedialidade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2184-7010 • E-ISSN: 2184-7010 |
| Publisher | University of Minho (PUBLISHER • PT) |
| DOI | 10.21814/2i.2786 |
| OpenAlex | W3111310055 |
| Language | EN |
No âmbito dos saraus temáticos online promovidos pelo coletivo Sinestéticas, a edição de 13 de maio de 2020 trouxe à pauta as Distopias. Sob a égide de uma pandemia global marcada por conflitos políticos e sociais em diversos países, observamos o retorno às listas dos livros mais vendidos de alguns clássicos distópicos como 1984, de George Orwell, Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago e O Conto de Aia, de Margaret Atwood. Entre os participantes do sarau, a escritora e editora brasileira Anita Deak apresentou uma releitura da ideia tradicional de distopia, uma abordagem que nomeou linguagem distópica. Esta entrevista, conduzida por Taynnã de Camargo Santos, foi transcrita e expandida para publicação na edição no 2 da Revista 2i
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Philosophy
| Highly cited | No |
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