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“Os Sentimentos Vastos Não Têm Nome”

O Metamorfosear Do Narrador Em Rútilo Nada, De Hilda Hilst

Bibliographic Data

ID22052018
AuthorsJoão Paulo Fernandes (0000-0003-0934-9244, Universidade Federal do Vale do São Francisco, corresponding author)
Year2024
Volume14
Issue1
Pages288-298
Publication date2024-12-20
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Guará - Revista de Linguagem e Literatura (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2237-4957 • E-ISSN: 2237-4957
PublisherPontificia Universidade Catolica de Goias -PUC Goias (PUBLISHER)
DOI10.18224/gua.v14i1.14748
OpenAlexW4412977193
LanguagePT

Hilda Hilst dedicou-se à produção literária por quase quatro décadas, contemplando, nesse período, narrativas ficcionais, dramaturgia e poesia lírica. Tornando-se uma das poucas autoras brasileiras a transitar, notadamente, pelos três principais gêneros da literatura e, consequentemente, legar um conjunto de obras capaz de transcender pela qualidade estética, que produz múltiplos sentidos ao leitor. Entre suas produções literárias, selecionamos para nosso estudo analítico Rútilo Nada, conto presente na obra Rútilos (2003), por estabelecer em sua narrativa ficcional elementos pertinentes à compreensão e reflexões acerca da memória e resistência através de um narrador metamorfoseado. Concernente a essa delimitação, propomos a partir dos pressupostos teóricos de Reis & Lopes (1988), Dal Farra (1978), Tacca (1983), entre outros que contemplem discussões sobre narrativa, articular significações que corroborem para o entendimento da leitura da obra

Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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