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As (Im)possíveis Alegrias Da Maternidade

A Representação Feminina Colonizada No Romance De Buchi Emecheta

Bibliographic Data

ID22099142
AuthorsAndré Eduardo TARDIVO (Universidade Estadual de Maringá, corresponding author)
Year2021
Volume10
Issue3
Publication date2021-03-01
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueMacabéa - Revista Eletrônica do Netlli (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2316-1663 • E-ISSN: 2316-1663
PublisherUniversidade Regional do Cariri (PUBLISHER)
DOI10.47295/mren.v10i3.3189
OpenAlexW3139928369
LanguagePT

Histórica e socialmente a maternidade sempre constituiu fase imprescindível para a vida das mulheres, de forma que negá-la seria ocupar um lugar excludente entre seus pares. Ainda que os estudos feministas tenham lançado luzes sobre o que, de fato, é ser mulher enquanto sujeito, a sociedade imputa às mulheres, apenas, os papéis de reprodução e subserviência ao homem da família, seja ele pai, irmão ou marido. O presente trabalho, então, centra-se na análise da construção sócio-histórica e discursiva em derredor da representação feminina, sobretudo na maternidade, no romance As alegrias da maternidade (1979), da escritora nigeriana Buchi Emecheta. Para tanto, alicerçamos nossa pesquisa nos pressupostos teóricos da Crítica Feminista e dos Estudos Culturais, abordados por pesquisadores/as como Beauvoir (2016), Zinani (2013), Muraro (2002) e Bourdieu (2015), Bonnici (2005, 2007, 2012) entre outros. DOI: https://doi.org/10.47295/mren.v10i3.3189

Humanities · Gender, Sexuality, and Education · Philosophy

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