Poética do olhar na videoarte de Bill Viola – I Do Not Know What It Is I Am Like (1986)
Bibliographic Data
| ID | 22100136 |
|---|---|
| Authors | Lucas Murari (0009-0003-6468-0199, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2025 |
| Volume | 15 |
| Issue | 15 |
| Pages | 1-13 |
| Publication date | 2025-07-24 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cartema (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2316-9311 • E-ISSN: 2763-8693 |
| Publisher | Universidade Federal de Pernambuco (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.51359/2763-8693.2025.267238 |
| OpenAlex | W4412629345 |
| Language | PT |
Este artigo analisa o vídeo I Do Not Know What It Is I Am Like (1986), de Bill Viola, a partir das estratégias estético-narrativas que atravessam sua poética. A obra problematiza a relação entre visão humana e animal, desestabilizando as hierarquias antropocêntricas que historicamente estruturam a cultura visual. A análise dialoga com os aportes teóricos de Laura Mulvey (1983) e John Berger (2003), articulando os regimes de visibilidade que sustentam a dominação de gênero e espécie. O texto também mobiliza a teoria psicanalítica de orientação lacaniana e a reflexão de Rosalind Krauss (2008) sobre a estética do narcisismo na videoarte. Bill Viola propõe uma reflexão sensível sobre a alteridade e o autoconhecimento por meio dessa obra. O vídeo torna-se, assim, um campo expandido de reflexão sobre os limites da percepção e a possibilidade de desautomatização do olhar
Art · Art history · Humanities · Piano · Viola · Digital Games and Media · Globalization and Cultural Identity · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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