A Hiperandrogenia No Atletismo E O Regime Da Medicalização Compulsória
Dados Bibliográficos
| ID | 22101142 |
|---|---|
| Autores | Ana Lúcia Santos (0000-0001-5683-3886, autor correspondente) |
| Ano | 2024 |
| Volume | 12 |
| Fascículo | 2 |
| Data de publicação | 2024-11-04 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista Feminismos (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 2317-2932 • E-ISSN: 2317-2932 |
| Editora | Universidade Federal da Bahia (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.9771/rf.v12i2.50695 |
| OpenAlex | W4404686606 |
| Idioma | PT |
Discursos científicos e culturais em torno da testosterona têm classificado esta hormona como produtora de uma masculinidade universal e patologizado a sua presença em corpos designados do sexo feminino. É sob este viés que várias organizações desportivas restringem o acesso à competição de mulheres com hiperandrogenia, por considerarem valores elevados de testosterona conferem vantagem injusta sobre as restantes competidoras. Este artigo propõe desconstruir a conceção da testosterona enquanto hormona pertencente ao domínio de uma masculinidade cisgénero e considerá-la uma substância de interesse a todos os corpos independemente do sexo. Para auxiliar esta tarefa são analisadas as normas da entidade máxima do atletismo, a World Athletics, relativas à elegibilidade de mulheres com hiperandrogenia no atletismo
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |