Potências do tempo na ficção científica em quadrinhos
Pós-futurismo, antifuturismo e retrofuturismo
Bibliographic Data
| ID | 22118646 |
|---|---|
| Authors | Alexandre Linck Vargas (corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 8 |
| Issue | 1 |
| Pages | 217 |
| Publication date | 2021-07-21 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Memorare (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2358-0593 • E-ISSN: 2358-0593 |
| Publisher | Anima Educação (PUBLISHER) |
| DOI | 10.19177/memorare.v1e12021217-228 |
| OpenAlex | W4243383782 |
| Language | PT |
O tempo da ficção científica não é o tempo crônico. Sua poética parece exigir um outro tempo, aiônico, estilhaçando o presente a partir de imagens do passado e do futuro técnico. Contudo, como é possível ainda existir ficção científica quando a perspectiva de futuro acaba? É a partir dessa questão que se investigará a produção de ficção científica em quadrinhos europeia pós-1977, marcada, na Itália, na França e no Reino Unido, por diferentes relações com o futuro. A história em quadrinhos franco-belga, com artistas como Yves Chaland, adota o retrofuturismo, resgatando o neofuturismo belga dos anos 1950. A italiana revista Cannibale, criada por Stefano Tamburini, traduz a estética antifuturista do Movimento de 77. E a criação da revista britânica 2000 AD, editada por Pat Mills, faz da narrativa distópica a imagem do pós-futuro. Tratase de uma pesquisa exploratória nos marcos da estética e cultura, utilizando-se de referencial bibliográfico e documental em quadrinhos
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Cultural, Social, and Media Studies · Digital Games and Media · Philosophy
| Highly cited | No |
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