O estado de exceção como norma e a vida banida do ordenamento jurídico
Um estudo desde Agamben
Bibliographic Data
| ID | 22119223 |
|---|---|
| Authors | Dilson Brito da Rocha (0000-0001-9736-9039, Universidade Estadual Paulista (Unesp), corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 9 |
| Pages | 383-402 |
| Publication date | 2022-10-27 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Profanações (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2358-6125 • E-ISSN: 2358-6125 |
| Publisher | Universidade do Contestado - UnC (PUBLISHER) |
| DOI | 10.24302/prof.v9.3329 |
| OpenAlex | W4307636016 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Neste ensaio temos o objetivo de examinar o modus operandi com o qual Giorgio Agamben (1942) enfrenta matérias atinentes ao estado de exceção. Em sua empresa intelectual, esta noção está imbricada com a ideia de biopolítica, o que as torna indissociáveis. Ocorre que, ao mesmo tempo em que o filósofo procura desenvolver pontos que giram em torno da biopolítica, cientifica-se de que a vida se tornou uma questão política, isto é, que a biologia se converteu em uma técnica de governo, com o problema estreitamente político da soberania. Ele considera que há um paradigma quanto ao estado de exceção, que diz respeito ao nomos. Em síntese, conforme Agamben, a biopolítica, com uma gama de dispositivos governamentais, condena a população a viver em estado perene de emergência e pânico, reduzida àquilo que ele alcunha de nuda vita. Palavras-chave: Biopolítica. Estado de exceção. Soberania. Nuda vita
Humanities · Brazilian Legal Issues · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |