Insurreição praieira na cidade de Areia-PB
Cooperação Dos Comandantes Da Guarda Nacional E Elites Locais
Bibliographic Data
| ID | 22119594 |
|---|---|
| Authors | Lidiana Emidio Justo da Costa (0000-0001-9531-9492, Universidade Federal de Pernambuco, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 7 |
| Issue | 14 |
| Pages | 111-138 |
| Publication date | 2021-11-25 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Faces de Clio (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2359-4489 • E-ISSN: 2359-4489 |
| Publisher | Universidade Federal de Juiz de Fora (PUBLISHER) |
| DOI | 10.34019/2359-4489.2021.v7.34485 |
| OpenAlex | W4312377284 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
A insurreição Praieira, ocorrida em 1848, foi a última dos ciclos das revoltas liberais que ocorreram no Império brasileiro. Neste artigo faremos uma reflexão sobre a participação e apoio aos rebelados vindos de Pernambuco, por parte de integrantes da elite local da cidade de Areia, na província da Paraíba, especialmente os oficiais/comandantes da Guarda Nacional. Muitos desses personagens eram adeptos do Partido Liberal. O que se pode perceber é que, as querelas que dividiam Liberais e Conservadores em Pernambuco, foram sentidas na província paraibana, cabendo ao então presidente bacharel João Antonio de Vasconcellos a tarefa de reprimir os revoltosos. Coincidentemente, dois anos após a insurreição, a Guarda foi reformulada pela Lei n. 609 de 19 de setembro de 1850 que intuiu exercer um maior controle sobre os postos na instituição
Art · Humanities · Political science · History of Colonial Brazil · Urban and sociocultural dynamics · Urban Development and Societal Issues
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |