O cinema de Lucia Murat
A Escrita De Si E O Trauma Da Ditadura
Bibliographic Data
| ID | 22207166 |
|---|---|
| Authors | Ursula Dart, Gabriela Santos Alves (0000-0001-5243-7499), Ronaldo Bastos (0009-0003-1911-0699), Raabe Bastos, Jéssica Sampaio (0009-0000-7009-9171) |
| Year | 2025 |
| Volume | 8 |
| Issue | 2 |
| Pages | 101-125 |
| Publication date | 2025-10-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Eletrônica Interações Sociais (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2594-7664 • E-ISSN: 2594-7664 |
| Publisher | Universidade Federal do Rio Grande (PUBLISHER) |
| DOI | 10.63595/reis.v8i2.18038 |
| OpenAlex | W7160210903 |
| Language | EN |
| References cited | 3 |
Este estudo parte da premissa de que a cineasta Lucia Murat reterritorializa suas memórias, seus traumas e suas histórias pessoais em seus filmes. Entendemos que ela utiliza como principal estratégia para essa inscrição a escrita de si que encontramos em três obras de sua filmografia: Que bom te ver viva (1989), Uma longa viagem (2011) e A memória que me contam (2012). Nessa trinca de filmes, Lucia enreda suas memórias às dos personagens. A partir disso, nosso objetivo é analisar de que maneira essa escrita de si está marcada nos trabalhos, considerando as soluções estéticas e estilísticas adotadas pela cineasta em suas realizações e de que maneiras podem dialogar com a desterritorialização. Partimos do entendimento de que Murat ocupa, simultaneamente, as posições de cineasta e personagem, colocando-se diante dela mesma, provocando tensões nos limites tênues entre lembranças e esquecimentos, passado e presente, entrecruzando tempos, espaços e subjetividades
Corporeality, Perception, and Education · Literature, Culture, and Criticism · Memory, Trauma, and Testimony
| Highly cited | No |
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