Os deslocamentos do patrimônio, a heterotopia do Beijo Eterno
Bibliographic Data
| ID | 22207693 |
|---|---|
| Authors | Rodrigo R H F Valverde (0000-0002-2212-9871, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 5 |
| Issue | 10 |
| Pages | 19-31 |
| Publication date | 2022-07-26 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | PatryTer (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2595-0169 • E-ISSN: 2595-0169 |
| Publisher | Biblioteca Central da UNB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.26512/patryter.v5i10.41112 |
| OpenAlex | W4389683150 |
| Language | PT |
O que acontece quando um monumento é deslocado? Este artigo investiga as polêmicas sobre a localização da escultura Beijo Eterno, de William Zadig. Criada por demanda da Liga Nacionalista de São Paulo como uma homenagem a Olavo Bilac, esta escultura era inspirada na sua poesia. Porém, entre 1922 e 1966, as esculturas do Monumento a Olavo Bilac foram reposicionadas na cidade: o Beijo Eterno foi colocado na Av. Paulista, nos bairros de Cambuci e Pinheiros, na Av. Nove de Julho e em depósitos públicos até finalmente ser instalado no Largo de São Francisco. O desconforto envolvia elementos políticos, morais e religiosos, tornando passível de uma análise pela noção de heterotopia de Foucault. As fontes deste artigo são os seguintes periódicos: Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e A Gazeta
Archaeological and Historical Studies · Medicine · Medieval Architecture and Archaeology · Anatomy · Geology
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |