Governo, vigilância e transexualidades
Limites (est)éticos e a (im)possibilidade de reconhecimento subjetivo-identitário
Bibliographic Data
| ID | 22207986 |
|---|---|
| Authors | Mariah Rafaela Cordeiro Gonzaga da Silva (Universidade Federal Fluminense, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 3 |
| Issue | 10 |
| Pages | 214-232 |
| Publication date | 2020-12-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Estudos da Homocultura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2595-3206 • E-ISSN: 2595-3206 |
| Publisher | Even3 (PUBLISHER) |
| DOI | 10.31560/2595-3206.2020.10.10504 |
| OpenAlex | W3127396116 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Esse artigo tem como objetivo discutir as políticas de Reconhecimento (HONNETH, 2009) a partir de ideia de inimizade (MBEMBE, 2017). Tomo como ferramenta analítica os conceitos de governo, vigilância e transexualidade para lançar luzes sobre os modos de produção de diferença e alteridade que são agenciados no interior das políticas paradoxais de reconhecimento. Deste modo, defendo que as políticas reconhecimento operam a partir de racionalidade que, ao negar o Outro, efetiva sua existência, mesmo que seja como estratégia de ódio e ou anulação. O Outro, reconhecido pelo ódio, é o inimigo aquele cujas políticas de matabilidade visa eliminar, neste caso haveria uma ruptura no processo na inteligibilidade do processo de reconhecimento, tal como proposto por Honneth (2009), “situando” os corpo-subjetividades trans no campo das inimizades, paradoxalmente produz uma política de reconhecimento dessas experiências como aquilo que foge à categoria universal inventando, assim, a própria diferença
Humanities · Critical Theory and Philosophy · Gender, Sexuality, and Education · Philosophy · Social and Political Issues
| Highly cited | No |
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