Skip to main content

ETHNOS_APP

Home • Search • Journals • List 0

Em terra verde também brilha o arco-íris

Resistência LGBTQIAPN+ ao Conservadorismo rural brasileiro

Bibliographic Data

ID22207993
AuthorsJeam Claude de Souza Gomes (0000-0003-0056-7077, U-center), Winifred Knox (0000-0002-4415-6213, U-center), Pedro H Farias (0000-0002-8533-4362), Pedro Henrique Bezerra de Farias
Year2024
Volume7
Issue22
Pages1-29
Publication date2024-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Brasileira de Estudos da Homocultura (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2595-3206 • E-ISSN: 2595-3206
PublisherEven3 (PUBLISHER)
DOI10.29327/2410051.7.22-10
OpenAlexW4406010815
LanguagePT

O presente artigo propõe uma investigação fundamentada na análise de gênero sobre as práticas de resistência adotadas por sujeitas LGBTQIAPN+ inseridas em contextos rurais no estado do Rio Grande do Norte, frente à heteronormatividade, violência e à LGBTQIAPN+fobia. A pesquisa parte da premissa de que em comunidades pequenas, o controle sobre o indivíduo é mais acentuado, e que as representações veiculadas pela mídia e redes sociais criam um imaginário ideal de liberdade e vivência LGBTQIAPN+ nas áreas urbanas e metropolitanas, onde a expressão das (des) identidades de gênero é facilitada. Destarte, considera-se que uma das formas de resistência é o movimento migratório para os grandes centros urbanos. Entretanto, questiona-se se essa suposta busca por liberdade cosmopolita representa efetivamente uma maior emancipação, ou se constitui apenas um componente do imaginário positivo projetado para o espaço urbano. Portanto, o objetivo desta pesquisa é compreender como as sujeitas LGBTQIAPN+ que permanecem em territórios rurais confrontam os desafios impostos pelo conservadorismo local e como desenvolvem estratégias próprias de resistência. A metodologia do estudo consistiu em pesquisa bibliográfica, coleta de relatos escritos de cinco LGBTQIAPN+ residentes da zona rural do RN, dos territórios rurais do Mato Grande, Terras Potiguares e Agreste Litoral Sul, com idades entre 18 a 30 anos, além do levantamento de dados em observatórios acadêmicos e organizações da sociedade civil sobre a violência urbana e rural relacionada à LGBTQIAPN+fobia. Como principais achados da pesquisa, observou-se que as LGBTQIAPN+ rurais sofrem diversas violências, que muitas vezes não são notificadas, e são naturalizadas pelo conservadorismo da família e da igreja. É notório o desejo e imaginário de migrar para uma grande metrópole para vivenciar as suas identidades. Contudo, as LGBTQIAPN+ que permanecem no rural tendem se fortalecer e buscar autonomia coletiva através de movimentos sociais como o MST como forma de sobrevivência e resistência

Geography · Rural Development and Agriculture

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

Tools

Open DOIOpen Access
Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae