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Morte Como Força Produtiva No Capitalismo Brasileiro

Bibliographic Data

ID22243311
AuthorsPedro Henrique Antunes Da Costa (0000-0003-2404-8888, Universidade de Brasília), Kíssila Teixeira Mendes (0000-0002-7817-599X, Universidade Federal de Juiz de Fora)
Year2021
Issue4
Pages87-109
Publication date2021-03-27
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Fim do Mundo (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2675-3812 • E-ISSN: 2675-3871
PublisherFaculdade de Filosofia e Ciências (PUBLISHER)
DOI10.36311/2675-3871.2021.v2n4.p87-109
OpenAlexW3159504939
LanguagePT

O artigo aborda a morte e o seu sentido na formação social brasileira lançando luz ao momento barbárico intensificado por uma pandemia. Nosso argumento é que a morte, apesar de inerente à humanidade, possui uma determinação social, sendo também uma força produtiva no capitalismo dependente e de constituição colonial brasileiro. Interpretamos aspectos nevrálgicos do modo de produção capitalista e da particularidade de nossa formação social a partir da tradição marxista. Por mais que os meios tenham se sofisticado, incorporando novas formas ou mesmo novos indivíduos, o conteúdo de nossas mortes contemporâneas não se altera substancialmente: a morte segue como desdobramento da questão social e/ou corolário do capitalismo dependente brasileiro e seu caráter autocrático assentado na superexploração da força de trabalho e racismo estrutural

Humanities · Political science · Sociology · Philosophy · Social and Economic Solidarity · Urban and sociocultural dynamics · Urban Development and Societal Issues

Highly citedNo

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Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae