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As Temporalidades De Exceção

Bibliographic Data

ID22243545
AuthorsMariana Mattos Rubiano (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo), Alexandrina Paiva Rocha, Alexandrina Paiva da Rocha (Ministério da Justiça), João Batista Farias Junior (0000-0002-2924-5656, Instituto de Filosofía)
Year2021
Volume2
Issue3
Pages70-91
Publication date2021-08-05
Open AccessNo
TypeARTICLE
VenueCadernos Arendt (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2675-4835 • E-ISSN: 2675-4835
PublisherUniversidade Federal do Piaui (PUBLISHER • BR)
DOI10.26694/ca.v2i3.12466
OpenAlexW3187703576
LanguagePT

O objetivo deste artigo consiste em discutir o conceito de temporalidade de exceção. A partir da leitura de Origens do Totalitarismo notamos o surgimento de uma temporalidade petrificada nos campos de concentração. Mesmo com o fim do regime nazista, os elementos totalitários não desapareceram de nossa sociedade democrática. Eles persistem também como temporalidade de exceção, a qual envolve algum processo de desumanização que desconecta passado, presente e futuro, impossibilitando a experiência da liberdade. Em nossos dias a exceção permanece para milhões de pessoas que vivem na extrema pobreza e encarceradas, numa temporalidade desértica ou embotada que afetam suas atividades da vida ativa e espirituais. Levando isso em consideração, com base no pensamento de Hannah Arendt e também com apoio de outros autores, refletiremos sobre a relação entre a temporalidade, condição e atividade humanas.Totalitarismo; Campos de concentração; Miséria; Prisões; Hannah Arendt

Art · Humanities · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy · Psychology and Mental Health

Highly citedNo

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Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae