ReXistências musicais entre arte e política
Bibliographic Data
| ID | 2298177 |
|---|---|
| Authors | R S G Hikiji (0000-0001-5038-8435, Universidade de São Paulo), Vi Grunvald (0000-0001-8299-6830, Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Vitor Grunvald (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Paula Guerra (0000-0003-2377-8045, Universidade do Porto) |
| Year | 2022 |
| Volume | 65 |
| Issue | 2 |
| Pages | e202284 |
| Publication date | 2022-11-11 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Antropologia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-7701 • E-ISSN: 1678-9857 |
| Publisher | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/1678-9857.ra.2022.202284 |
| OpenAlex | W4310490773 |
| Language | PT |
| References cited | 19 |
O que têm em comum o musicar (Small, 1998) de Apeshit, o videoclipe do casal de artistas estadunidenses Beyoncé e Jay-Z, as performances musicais de João do Crato no interior do Ceará, um projeto entre uma cantora lírica, um musicólogo e um líder indígena na Colômbia, o álbum AmerElo do rapper paulistano Emicida, o artivismo musical de Linn da Quebrada e a música de imigrantes africanos em São Paulo? À primeira vista, nada. Mas neste Dossiê estes fazeres musicais servem todos ao mesmo intuito: são formas de reXistência.[1] A ligação entre música e política é vetusta e nem sempre perceptível. Do clamor patente, ao simples comentário, do motim pessoal ao social, a música tem atuado para agitar consciências e - menos frequentemente - sistemas, instituições e estruturas (Blacking, 1995). Schreiber (2019) considera que a música é plena energia para a ação. Uma expressão de poder, não apenas sônica ou emocional. A música, especialmente quando criada em resposta aos problemas sociais do mundo, torna-se uma força única (Guerra et al., 2019). E talvez desse poder criador e criativo é que venha a insistência de DeNora (2003) para considerarmos a música uma prática social de fato e de direito e não apenas um mero reflexo da estrutura social. Portanto, a música é uma parte da nossa vida social. [1] Para a noção de reXistência com a qual trabalhamos, cf. Grunvald, neste dossiê
Art · Humanities · Brazilian cultural history and politics · Youth, Politics, and Society
Scenes of subjection
The Hidden Musicians
Feminism and Youth Culture
Outsiders
From Action Art to Artivism on Instagram
The lifetime soundtrack ‘on the move’
Youth subcultures, normalisation and drug prohibition
Doing resistance – youth and changing theories of resistance
Introduction
The Song Is Still a ‘Weapon’
So close yet so far
Music sociology
Artes de abrir espaço. Apontamentos para a análise de práticas em trânsito entre arte e ativismo
O musicar como trilha para a etnomusicologia
A Resistência do Objeto
Artivismo
Lâmpadas, corpos e cidades
Rethinking Subcultural Resistance
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |