Tabu e perspectivismo em Wazi de Rogério Manjate
Dados Bibliográficos
| ID | 2298776 |
|---|---|
| Autores | Marina Gadelha (0000-0001-5145-3200), Marina de Sá Gadelha (Universidade Federal Fluminense), Adriano Guedes Carneiro (0000-0002-5830-5128, Universidade Federal Fluminense) |
| Ano | 2022 |
| Fascículo | 43 |
| Páginas | e203360 |
| Data de publicação | 2022-12-22 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Africa (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0001-9720 • E-ISSN: 1750-0184 |
| Editora | University of São Paulo (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.11606/issn.2526-303x.i43pe203360 |
| OpenAlex | W4385267526 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 1 |
Este artigo tem por objetivo analisar e comparar Wazi, de Rogério Manjate, um dos livros que compõe a coletânea 'Contos de Moçambique', com a versão original do conto, a fim de investigar o contexto histórico e social moçambicano em que estão inseridas as histórias recontadas. Pois, nessa obra em particular, Manjate opta por realizar uma ruptura com a versão original. Wazi é uma criança que vai caçar com o avô e este lhe avisa para jamais comer os frutos do lado direito do caminho. A ordem dada pelo mais velho e a palavra confirmada por Wazi são pontos fundamentais no conto para se compreender o tabu na tradição moçambicana. Diante da maldição atribuída ao menino, é possível se discutir o perspectivismo a partir do pensamento de Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud, Toyin Falola, Eduardo Viveiros de Castro, Davi Kopenawa, entre outros
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Education Research · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy
| Obras citantes distintas | 1 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,25 |
| Intervalo de citações | 2022 - 2022 (1) |
| Velocidade de citação | historical |
| Altamente citado | Não |