Skip to main content

ETHNOS_APP

Home • Search • Journals • List 0

Iniquidades ambientais na metrópole paulista, Brasil

Vegetação, calor e poluição do ar segundo a vulnerabilidade social

Bibliographic Data

ID23309107
AuthorsClaudio Kanai (0000-0002-7967-0108, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), Rafael Junqueira Buralli (0000-0001-7006-6177, Universidade de São Paulo), Leonardo Ribeiro Da Silva (0000-0002-6194-7615, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), Nelson Gouveia (0000-0003-0625-0265, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo)
Year2026
Volume42
Pagese00177725-e00177725
Publication date2026-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCadernos de Saude Publica (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0102-311xpt177725
PMID42484136
OpenAlexW7169755876
SCIELO_PIDS0102-311X2026000105404
LanguagePT
References cited12

As desigualdades socioambientais nas metrópoles afetam a saúde de forma diferente, sobretudo com impactos maiores entre populações de menor nível socioeconômico. Este estudo analisou a distribuição da vegetação urbana, estimada pelo Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI), da temperatura de superfície terrestre (TST) e das concentrações de dióxido de nitrogênio (NO2) na Região Metropolitana de São Paulo, Brasil, segundo grupos de vulnerabilidade definidos pelo Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS). Trata-se de estudo ecológico tendo os setores censitários urbanos como unidade de análise. A vegetação e a TST foram obtidas por sensoriamento remoto, e o NO2 derivou de modelo global em alta resolução baseado em regressão de uso do solo. Resumos estatísticos compararam os indicadores entre os grupos do IPVS (1 - baixíssima a 6 - muito alta vulnerabilidade). As medianas do NDVI variaram pouco (0,21-0,25), sem padrão linear; o grupo de alta vulnerabilidade apresentou valores mais elevados, possivelmente pela localização periurbana. Para a TST, o grupo de baixíssima vulnerabilidade registrou a menor mediana (31,8oC). O NO2 apresentou tendência de queda entre os grupos menos vulnerabilizados até o de alta vulnerabilidade, com novo aumento no de muito alta vulnerabilidade. Conclui-se que a exposição ambiental na Região Metropolitana de São Paulo é heterogênea e não segue padrão linear em relação à vulnerabilidade social. Particular atenção deve ser dada às áreas mais vulnerabilizadas que acumulam condições ambientais críticas, reforçando a necessidade de políticas públicas integradas para reduzir desigualdades e promover cidades mais saudáveis e equitativas.

Context (archaeology) · Inequality · Metropolitan area · Public health · Social vulnerability · Vulnerability (computing) · Environmental and biological studies · Urban Arborization and Environmental Studies · Urban Heat Island Mitigation

  • Fifty Shades of Green

    Mark Nieuwenhuijsen, Mark J Nieuwenhuijsen et al.•Epidemiology•2017

  • High-resolution mapping of global surface water and its long-term changes

    Open Access•J-F Pekel, Andrew Cottam et al.•Nature•2016

  • Racial and Socioeconomic Disparities in Heat-Related Health Effects and Their Mechanisms

    Open Access•Carina J Gronlund•Current Epidemiology Reports•2014

  • Urban Climates and Climate Change

    Open Access•Valéry Masson, Aude Lemonsu et al.•Annual Review of Environment and…•2020

  • Metrópoles, cobertura vegetal, áreas verdes e saúde

    Open Access•Luís Fernando Amato-Lourenço, Tiana Carla Lopes Moreira et al.•Estudos Avançados•2016

  • Ambientalização das lutas sociais - o caso do movimento por justiça ambiental

    Open Access•Henri Acselrad•Estudos Avançados•2010

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

Tools

Open DOIOpen Access
Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae