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Avanços para a proteção do períneo e redução da episiotomia em uma maternidade-escola

Série histórica de 2010 a 2022

Bibliographic Data

ID23310764
AuthorsLuana Beatriz Lemes (0000-0003-4616-6746, Universidade de São Paulo), Jamile Claro De Castro Bussadori (0000-0002-3048-5593, Universidade Federal de São Carlos), Bruna Dias Alonso (0000-0001-8259-4807, Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas), Denise Yoshie Niy (0000-0003-0140-2063, Universidade Brasil), Heloisa De Oliveira Salgado (0000-0001-8530-8925, Instituto Adolfo Lutz), Caio Antonio de Campos Prado (0000-0003-1767-4725, Universidade de São Paulo), Elaine Christine Dantas Moisés (0000-0001-9099-4544, Universidade de São Paulo), Carmen Simone Grilo Diniz (0000-0002-0069-2532, Universidade de São Paulo)
Year2026
Volume31
Issue6
Pagese15072023-e15072023
Publication date2026-01-01
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCiência & Saúde Coletiva (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1413-8123 • E-ISSN: 1678-4561
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/1413-81232026316.15072023
PMID42525040
OpenAlexW7171471976
SciELOS1413-81232026000603006
LanguagePT
References cited16

Introdução: uma experiência de parto positiva e segura ainda é um desafio para parturientes no mundo inteiro e também no Brasil. Objetivo: descrever e analisar as mudanças no cuidado perineal e nas taxas de episiotomia de uma maternidade-escola do estado de São Paulo, e as estratégias que facilitaram a incorporação de práticas baseadas em evidências. Métodos: estudo composto por métodos mistos, que analisou as mudanças no modelo de cuidado e nas taxas de episiotomia por meio de dados de prontuários (2010 a 2022), utilizando elementos da metodologia do Laboratório de Mudança e da análise histórica e cultural do sistema de atividade. Resultados: a taxa de episiotomia foi de 70% em primíparas e 35% na população geral em 2010, chegando, em 2022, a 0,7% e 0,5%, respectivamente, permitindo que 75% das parturientes (65% das primíparas) tivessem integridade perineal ou lesões leves de primeiro grau. Contribuíram para as mudanças: criação de protocolos, monitoramento de indicadores, obrigatoriedade de registro da realização da episiotomia, capacitações das equipes, redução do uso de fórceps e o fortalecimento de estratégias de comunicação com parturientes. Conclusão: a queda na taxa de episiotomia é possível mesmo em hospitais-escola, desde que a formação seja baseada em evidências e nos direitos humanos.

Context (archaeology) · Perspective (graphical) · Process (computing) · Subject (documents) · Maternal and Perinatal Health Interventions · Pelvic floor disorders treatments · Pressure Ulcer Prevention and Management

  • Expansive Learning at Work

    Yrjö Engeström•British Journal of Education & Work•2001

  • A change laboratory for maternity care in Brazil

    Carmen Simone Grilo Diniz, Jamile Claro De Castro Bussadori et al.•Medical Teacher•2021

  • Violência obstétrica e prevenção quaternária

    Open Access•Charles Tesser, Roxana Knobel et al.•Revista Brasileira de Medicina de…•2015

  • From mediated actions to heterogenous coalitions

    Open Access•Yrjö Engeström, Annalisa Sannino•Mind Culture and Activity•2021

  • Intervenções obstétricas durante o trabalho de parto e parto em mulheres brasileiras de risco habitual

    Open Access•Maria Do Carmo Leal, Ana Paula Esteves Pereira et al.•Cadernos de Saude Publica•2014

  • A vagina-escola

    Open Access•Carmen Simone Grilo Diniz, Denise Yoshie Niy et al.•Interface - Comunicação Saúde…•2016

  • Laboratório de mudança

    Open Access•Susana Vicentina Costa, Amanda Aparecida Silva Macaia et al.•Saúde e Sociedade•2018

Highly citedNo

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