Tendência da razão de mortalidade materna segundo raça/cor no estado do Rio de Janeiro, Brasil, 2008 a 2021
Bibliographic Data
| ID | 23310780 |
|---|---|
| Authors | Breno Gonçalves da Silva (0009-0006-3454-2408, Universidade Federal Fluminense), Guilherme Marins Lima Sousa (0009-0004-8533-9747, Universidade Federal Fluminense), Raquel Luiz Queres (0009-0007-8081-9807, Universidade Federal Fluminense), Laila Pimentel Lourenço (0009-0005-2980-5579, Universidade Federal Fluminense), Mariana Ponciano Oliveira Martins (0000-0002-1299-9945, Universidade Federal Fluminense), Sérgio C Fonseca (0000-0001-5493-494X, Universidade Federal Fluminense), Cynthia Boschi-Pinto (0000-0002-0069-7974, Universidade Federal Fluminense), Helia Kawa (0000-0003-0864-804X, Universidade Federal Fluminense) |
| Year | 2026 |
| Volume | 31 |
| Issue | 6 |
| Pages | e08102024-e08102024 |
| Publication date | 2026-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Ciência & Saúde Coletiva (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-8123 • E-ISSN: 1678-4561 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1413-81232026316.08102024 |
| PMID | 42525034 |
| OpenAlex | W7171452933 |
| SCIELO_PID | S1413-81232026000603004 |
| Language | PT |
| References cited | 20 |
A morte materna é um grave problema de saúde pública, e o estado do Rio de Janeiro apresenta os piores indicadores da região Sudeste. O objetivo do estudo é analisar a tendência da mortalidade materna geral e por principais causas, de acordo com a raça/cor, no estado do Rio de Janeiro (RJ) durante o período de 2008 a 2021. É um estudo ecológico de tendência temporal com dados secundários dos sistemas de informações em saúde. A classificação de causas de morte materna foi a ICD-MM da OMS. Foi estimada a mudança percentual anual, usando o modelo de regressão joinpoint. No período ocorreram 2.522 óbitos maternos, com razão de mortalidade materna (RMM) variando de 81,6 a 131,9 para cada 100.000 nascidos vivos no biênio pandêmico. O padrão temporal predominante foi de estabilidade para RMM total e por cor, exceto para pardas, cuja RMM foi decrescente entre 2008 e 2016. Evidenciaram-se desigualdades raciais, com as maiores RMM pertencendo às mulheres pretas, independentemente da causa de morte. O cenário atual ainda se encontra muito distante daquele proposto pelo Ministério de Saúde, de 30/100.000 NV até 2030, com destaque especial para a influência da pandemia e das desigualdades raciais nos indicadores de saúde.
Fetal death · Human immunodeficiency virus (HIV) · Maternal death · Mortality rate · Vulnerability (computing) · Global Maternal and Child Health · Indigenous Health and Education · Maternal and Neonatal Healthcare
Racial and Ethnic Diversity of Family Physicians Delivering Maternity Care
O Brasil cumprirá o ODS 3.1 da Agenda 2030? Uma análise sobre a mortalidade materna, de 1996 a 2018
Anti-Black racism and maternal death from Covid-19
Tendência temporal da incompletude do registro da raça/cor nos sistemas de informação em saúde do Brasil, 2009-2018
Racial disparities and maternal mortality in Brazil
Racial and Ethnic Disparities in Maternal Mortality in the United States Using Enhanced Vital Records, 2016‒2017
Mortalidade materna no Brasil
Mortalidade materna de mulheres negras no Brasil
Tendência da mortalidade materna no Estado do Rio de Janeiro, Brasil, entre 2006 e 2018, segundo a classificação CID-MM
Para além da barreira dos números
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |