A (in)elegibilidade feminina na Academia Brasileira de Letras
Carolina Michaëlis e Amélia Beviláqua
Bibliographic Data
| ID | 2492293 |
|---|---|
| Authors | Michele A Fanini (0000-0003-3211-3950, Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2010 |
| Volume | 22 |
| Issue | 1 |
| Pages | 149-177 |
| Publication date | 2010-06-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Tempo Social (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0103-2070 • E-ISSN: 1809-4554 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0103-20702010000100008 |
| OpenAlex | W1989017129 |
| SciELO | S0103-20702010000100008 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
| References cited | 1 |
A Academia Brasileira de Letras erigiu-se como um ambiente refratário à presença feminina. Embora mantida fora de cogitação durante seus primeiros oitenta anos de existência, a questão da "elegibilidade feminina" não deixou de integrar a pauta de algumas das sessões acadêmicas. Destarte, o presente artigo objetiva iluminar este tema, tendo em vista os bastidores de dois importantes episódios ocorridos, respectivamente, em 1911 e 1930, quais sejam: a cogitação do nome da filóloga Carolina Michaëlis para integrar o quadro de sócios correspondentes da "Casa de Machado de Assis" e a proposta oficial de candidatura encaminhada por Amélia Beviláqua, primeira mulher a tentar concorrer a uma vaga entre os membros efetivos da agremiação
Art · Humanities · Gender, Sexuality, and Education · History of Education Research in Brazil · Philosophy · Sociology and Education in Brazil
| Citations per year | 0.2 |
|---|---|
| Citation span | 2021 - 2021 (1) |
| Highly cited | No |