Disponibilidade de irmãos no Brasil
Um Estudo Metodológico Sobre Relações De Parentesco
Bibliographic Data
| ID | 2972046 |
|---|---|
| Authors | Francismara Fernandes Guerra (0000-0001-7713-3619, Universidade Federal de Viçosa, corresponding author), Simone Wajnman (0000-0003-1140-1734), Cássio Maldonado Turra (0000-0003-4051-3567) |
| Year | 2016 |
| Volume | 33 |
| Issue | 1 |
| Pages | 9-30 |
| Publication date | 2016-05-10 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Estudos de População (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-3098 • E-ISSN: 1980-5519 |
| Publisher | Associacao Brasileira de Estudos Populacionais (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20947/s0102-309820160002 |
| OpenAlex | W2377602881 |
| Language | PT |
| Citations received | 2 |
| References cited | 13 |
Quando a fecundidade declina, não é somente o número de filhos que se torna menor, mas também o número de irmãos. Para aferir as mudanças ocorridas sobre a disponibilidade de irmãos no Brasil, o presente estudo emprega um método que se destina a estimar o número esperado de irmãos nascidos vivos e sobreviventes, por meio de modelos matemáticos que utilizam apenas taxas de fecundidade e de mortalidade. Os resultados indicam que, no início da transição demográfica brasileira, a média de irmãos nascidos vivos se estabelece em patamares elevados e sofre um forte declínio durante o processo, motivado principalmente pela queda da fecundidade. Observa-se, ainda, que a média de irmãos sobreviventes nas idades mais avançadas tende a ser muito semelhante para coortes mais velhas e mais novas, mas o número de irmãos sobreviventes durante a infância dessas coortes tende a diferenciar-se fortemente. Isso ocorre porque, por um lado, o efeito da elevada mortalidade, principalmente a infantil, reduz a média de irmãos gerados pela alta fecundidade para as coortes mais velhas e, por outro, a queda da fecundidade diminui o número de irmãos nascidos vivos das coortes mais novas, ao mesmo tempo que a redução da mortalidade garante sua quase constância no ciclo de vida. Como conclusão, indica-se que: o número médio de irmãos nascidos vivos tende a se estabelecer em baixos níveis nos próximos anos; o número médio de irmãos sobreviventes tende a ser cada vez mais próximo da média do número de irmãos nascidos vivos; e, apesar dos baixos níveis de fecundidade corrente, não se pode falar em uma tendência de extinção dos irmãos e, por consequência, primos, tios, etc.DOI http://dx.doi.org/10.20947/S0102-309820160002
Art · Humanities · Global Maternal and Child Health · Health disparities and outcomes · Intergenerational Family Dynamics and Caregiving · Medicine
Family formation and the frequency of various kinship relationships
The Division of Family Labor
Changes in family and kinship networks consequent on the demographic transitions in England and Wales
Estimating the intrinsic rate of increase of a population from the average numbers of younger and older sisters
Sharing the Wealth
The Sisters’ Riddle and the Importance of Variance when Guessing Demographic Rates from Kin Counts
Childbearing and family in remarriage
Correlations between frequencies of kin
The impact of heterogeneity in individual frailty on the dynamics of mortality
The Eventual Frequencies of Kin in a Stable Population
Stepfamily fertility in contemporary Sweden
Demography, Measuring and Modeling Population Processes
Sibling Relationships Over the Life Course
| Unique citing works | 2 |
|---|---|
| Citations per year | 0,67 |
| Citation span | 2023 - 2023 (1) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 2 |