Como a redução de algumas doenças cardiovasculares pode afetar a expectativa de vida da população brasileira
Dados Bibliográficos
| ID | 2994470 |
|---|---|
| Autores | Raphael H O Araujo (0000-0002-9405-3052, Universidade Estadual de Londrina, autor correspondente), André R Barboni (0000-0003-0050-0745, Universidade Estadual de Feira de Santana), Danilo R P Silva (0000-0003-3995-4795, Universidade Federal de Sergipe), Thayse N Q Gomes (0000-0003-4991-1238, Universidade Federal de Sergipe), Ricardo A C Sampaio (0000-0002-0005-1145, Universidade Federal de Sergipe), J Jaime Miranda (0000-0002-4738-5468, Universidad Peruana Cayetano Heredia), Roberto J S Silva (0000-0002-4578-7666, Universidade Federal de Sergipe) |
| Ano | 2021 |
| Volume | 38 |
| Páginas | 1-14 |
| Data de publicação | 2021-10-08 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista Brasileira de Estudos de População (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0102-3098 • E-ISSN: 1980-5519 |
| Editora | Associacao Brasileira de Estudos Populacionais (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20947/s0102-3098a0174 |
| OpenAlex | W3205601550 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 3 |
| Referências citadas | 11 |
O presente estudo objetiva analisar o impacto das doenças cardiovasculares (DCV) na expectativa de vida (EV) da população brasileira e identificar como a EV seria afetada pela redução hipotética de 5% a 30% e pela eliminação da mortalidade por essas doenças. Trata-se de um estudo de simulação que utiliza dados transversais a nível nacional. A análise foi realizada por meio do modelo de tábuas de vida de múltiplo decremento, considerando reduções na mortalidade por DCV de 5% a 30%, assim como a sua eliminação. Os ganhos potenciais estimados na EV, em anos e porcentagem, por meio da eliminação das doenças isquêmica, hipertensiva e cerebrovascular foram de, respectivamente, para homens e mulheres, 1,44 (2%) e 1,31 (1,7%), 0,51 (0,7%) e 0,75 (1%), 1,28 (1,8%) e 1,62 (2,1%). Os maiores ganhos ocorrem entre os residentes na região Nordeste. Além disso, para a população em geral, os ganhos estimados em EV a partir de uma redução de 5% na mortalidade por DCV, em homens e mulheres, foram de 0,07 (0,1%) e 0,06 (0,08%), para doença isquêmica, 0,02 (0,03%) e 0,04 (0,05%), para doença hipertensiva, e 0,06 (0,08%) e 0,07 (0,09%), para doença cerebrovascular. Já uma redução hipotética de 30% na mortalidade por DCV foi acompanhada de ganhos na EV, para homens e mulheres, de 0,41 (0,6%) e 0,37 (0,5%), para doença isquêmica, 0,15 (0,2%) e 0,22 (0,3%), para doença hipertensiva, e 0,36 (0,5%) e 0,45 (0,6%), para doença cerebrovascular. Assim, mais investimentos e esforços orientados para a prevenção de DCV aumentariam a EV no Brasil, principalmente nas regiões menos desenvolvidas
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| Obras citantes distintas | 3 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,6 |
| Intervalo de citações | 2021 - 2026 (6) |
| Velocidade de citação | current |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 3 |