Construção de gênero, laços afetivos e luto em Paris Is Burning
Bibliographic Data
| ID | 3064812 |
|---|---|
| Authors | Raquel Parrine (0000-0002-9131-1271, Universidade de Michigan, USA, corresponding author) |
| Year | 2017 |
| Volume | 25 |
| Issue | 3 |
| Pages | 1419-1436 |
| Publication date | 2017-12-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Estudos Feministas (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-026X • E-ISSN: 1806-9584 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1806-9584.2017v25n3p1419 |
| OpenAlex | W2757112030 |
| SciELO | S0104-026X2017000301419 |
| Language | PT |
| References cited | 7 |
O filme Paris Is Burning, de Jennie Livingston, tem suscitado críticas e elogios desde seu lançamento, em 1990. Seu retrato da cultura dos bailes no Harlem nos anos 80, a abordagem da sua singular economia de construção de gênero e as negociações que faz do cruzamento entre etnicidade e sexualidade inspiraram leituras desde o ativismo negro, o pós-estruturalismo e, mais recentemente, os estudos trans. Mas, além da questão da problematização da apropriação e da autoria, existem camadas do documentário que nos levam a refletir a respeito da construção de laços afetivos, de comunidade e da autonomia da agência de sujeitos marginalizados e sua resiliência em face da violência de gênero. Apesar da espetacularização oriunda dos bailes, o filme comunica dignidade de seus sujeitos e opera no espectador a experiência do luto, que propõe uma comunidade compartilhada que finalmente nos una a partir da diferença
Art · Humanities · Sociology · Arts and Performance Studies · Cinema and Media Studies · South Asian Cinema and Culture
| Highly cited | No |
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