Do pertencimento ao zoneamento compulsório
(O) caso do Parque Nacional Superagui
Bibliographic Data
| ID | 3081459 |
|---|---|
| Authors | Daniel Ribeiro Branco (0000-0002-2657-1763, Universidade Positivo, corresponding author), Clarissa Bueno Wandscheer (0000-0002-8593-5838, Universidade Positivo), Mário Sergio Michaliszyn (0000-0003-3463-0257, Universidade Positivo) |
| Year | 2025 |
| Volume | 27 |
| Issue | 2 |
| Pages | 64-85 |
| Publication date | 2025-07-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Ilha Revista de Antropologia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-395X • E-ISSN: 2175-8034 |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5007/2175-8034.2025.e101227 |
| OpenAlex | W4412793589 |
| Language | PT |
As áreas de proteção ambiental frequentemente abrigam povos e comunidades tradicionais com ocupação anterior às legislações que as instituíram. Este artigo teve o objetivo de analisar como o plano de manejo do Parque Nacional do Superagui, ao implementar um modelo de conservação com lacunas na consideração das práticas e direitos locais, desconsiderando o impacto positivo que povos e as comunidades tradicionais podem trazer à preservação da área, intensificou conflitos socioambientais e a vulnerabilidade da população humana que nele habita. A pesquisa, estudo de caso, utilizou de revisão bibliográfica complementada por entrevistas e observação direta e análise integrada dos dados, com princípios recomendados pela etnografia. Os resultados evidenciam que a gestão do parque gerou desvalorização cultural, insegurança territorial, restrições à subsistência e culpabilização dos moradores por problemas ambientais. Conclui-se pela urgência de estratégias de gestão que sejam dialógicas, respeitem os modos de vida tradicionais e integrem os saberes locais para uma conservação efetivamente justa e sustentável
Art · Geography · Humanities · Environmental Sustainability and Education · Forestry
| Highly cited | No |
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