Condições de trabalho de assistentes sociais da área da saúde e repercussões psicossociais
Bibliographic Data
| ID | 3082249 |
|---|---|
| Authors | Eliana Lourenço (0000-0002-8997-7592, Universidade Estadual Paulista (Unesp)), Patrícia Martins Goulart (0000-0002-5080-9241, Universidade Federal de São Paulo), Luis Anunciação (0000-0001-5303-5782, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Francisco Antonio De Castro Lacaz (0000-0001-7621-3756, Universidade Federal de São Paulo) |
| Year | 2019 |
| Volume | 28 |
| Issue | 1 |
| Pages | 154-168 |
| Publication date | 2019-03-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Saúde e Sociedade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-1290 • E-ISSN: 1984-0470 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0104-12902019180675 |
| OpenAlex | W2922051919 |
| SCIELO_PID | S0104-12902019000100011 |
| Language | PT |
| Citations received | 3 |
| References cited | 11 |
Este artigo discute aspectos das condições de trabalho e as repercussões psicossociais do trabalho de assistentes sociais (AS) que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS). Esta pesquisa foi realizada a partir de investigação quali-quantitativa que envolveu tanto aplicação de questionários, em âmbito nacional, quanto a realização de entrevistas individuais e grupos focais com AS que atuam nos três níveis de complexidade do SUS. Nacionalmente, 295 AS responderam ao questionário, sendo 53,3% do estado de São Paulo. Os principais achados sugerem que as AS, apesar de em sua maioria serem concursadas e fazerem a jornada de 30 horas semanais, apresentam condições de trabalho inadequadas, pois 39% não têm salas para o atendimento individual e 30% informaram não ter privacidade para o trabalho. Do ponto de vista psicossocial, as escalas do questionário que avaliam as condições de trabalho e o bem-estar laboral evidenciaram que as(os) profissionais não estão em conflito com tais condições de trabalho, pois não foram reportados dados significativos quanto aos sentimentos de insegurança, impotência, frustração ou mal-estar. Há reconhecimento da utilidade do seu trabalho, percepção da precarização dos serviços e consequente queda na qualidade dos cuidados ofertados, o que, nas entrevistas, foi expressado como uma tensão frequente para o engajamento na garantia do direito à saúde. Assim, os altos índices de bem-estar constatados nas escalas podem ser vistos como dificuldades para o reconhecimento das condições precárias a que estão submetidas(os), ou como estratégias defensivas para o não enfrentamento dessas condições, aliado à dificuldade de se reconhecerem como trabalhadores(as) precarizados(as
Humanities · Sociology · Employment and Welfare Studies · Occupational Health and Burnout · Philosophy · Psychology · Social and Political Issues
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| Unique citing works | 3 |
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| Citations per year | 0,5 |
| Citation span | 2020 - 2025 (6) |
| Citation velocity | recent |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 2 |