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Johan Maurits van Nassau-Siegen e os trajes dos ameríndios1

Bibliographic Data

ID3093258
AuthorsFausto Viana (0000-0002-4823-3626, Universidade de São Paulo, corresponding author)
Year2020
Volume34
Issue98
Pages293-314
Publication date2020-04-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueEstudos Avançados (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0103-4014 • E-ISSN: 1806-9592
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0103-4014.2020.3498.019
OpenAlexW3022091504
SCIELO_PIDS0103-40142020000100293
LanguageCA
References cited2

Em 1644, no coração de Haia, na atual Holanda, Johan Maurits van Nassau-Siegen promoveu uma festa para os cidadãos ricos da cidade para exibir seu Gabinete de Curiosidades e suas conquistas no Brasil. Em um momento de terror, houve uma performance de 11 nativos brasileiros: todas as portas foram fechadas e os "ameríndios antropófagos" realizaram a sua apresentação, alguns em trajes ritualísticos, outros nus, em escândalo nunca dantes visto em Haia e suficientemente forte para perpetuar a imagem do "selvagem da América do Sul" que, de alguma maneira, ainda hoje perdura. Este artigo é sobre trajes e hábitos (não)vestimentares dos indígenas brasileiros, naquela noite e antes dela. Os referenciais teóricos principais são Buvelot (2014) e Françozo (2014

Art · Humanities · Sociology · Demography · History · History of Colonial Brazil · Indigenous Health and Education · Urban and sociocultural dynamics

  • Establishing Dress History

    Christine Stevens•Folk Life•2005

  • De Olinda a Holanda

    Marianne L Wiesebron•Hispanic American Historical Review•2016

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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