Phénoménologies du politique
Droit, pouvoir et violence entre Schmitt et Derrida
Bibliographic Data
| ID | 3119404 |
|---|---|
| Authors | Gabriel Rezende (0000-0002-8567-1190, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 21 |
| Issue | 1 |
| Publication date | 2024-08-09 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | DoisPontos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dp.v21i1.93904 |
| OpenAlex | W4401944630 |
| Language | FR |
A partir de uma leitura de Carl Schmitt proposta por Jacques Derrida, interroga-se, neste artigo, a arquitetura conceitual moderna que organiza em sistema as noções de "poder", "Estado", "política" e "direito". Em seu Políticas da amizade, Derrida desenvolve a tese segundo a qual uma importante tradição intelectual ocidental, cujo ponto de cumeada é a obra de Schmitt, teria sido responsável por tentar isolar o "sentido" do político por meio de uma teleologia da inimizade. Ele mostra, assim, que esta teleologia é atravessada por contradições insuperáveis, e que o projeto de uma fenomenologia do político é fatalmente um fracasso. Nós acrescentaremos uma camada suplementar a esta crítica de Derrida. Lendo os textos que gravitam ao redor de O nomos da terra, o opus magnum de Schmitt, exploraremos a partilha moderna entre duas escalas de violência. A primeira, organizada por um direito público europeu, é aquela que conheceu uma política centrada no Estado e em seu povo. A segundo, marcada por uma violência sem limites, é aquela cujo fim é a apropriação completa de terra e corpos descobertos no Novo Mundo. Nós argumentamos que a política dependia ali não somente de uma teleologia contraditória, mas também de uma descarga de sua pulsão de aniquilação
Political science · Hannah Arendt's Political Philosophy · Philosophy · Philosophy, Ethics, and Existentialism · Political Theology and Sovereignty
| Highly cited | No |
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