Liberalismos e educação
Ou por que o Brasil não podia ir além de Mandeville
Bibliographic Data
| ID | 3136170 |
|---|---|
| Authors | Alceu Ravanello Ferraro (0000-0002-2546-4501, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, corresponding author) |
| Year | 2009 |
| Volume | 14 |
| Issue | 41 |
| Pages | 308-325 |
| Publication date | 2009-08-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Educação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-2478 • E-ISSN: 1809-449X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s1413-24782009000200009 |
| OpenAlex | W2004355128 |
| SCIELO_PID | S1413-24782009000200009 |
| Language | PT |
| Citations received | 4 |
| References cited | 2 |
Este trabalho examina três autores que expressam versões típicas do liberalismo europeu do século XVIII: o liberalismo de Mandeville, que teme a instrução do povo; o liberalismo de Smith, o qual requer uma instrução mínima (ler, escrever e contar) para todos os trabalhadores; e o liberalismo de Condorcet, que defende uma educação comum, universal, pública, gratuita e obrigatória. Fundamentado no princípio da igualdade de todos os seres humanos, Condorcet contrapõe-se a Mandeville e avança para além de Smith, que fundamentam suas posições apenas no princípio da liberdade. A opção apoiou-se no pressuposto de que o confronto estabelecido entre eles poderia constituir-se em referência para o entendimento do tipo de liberalismo que vingou no Brasil Império, em especial no momento da reforma eleitoral de 1881, a qual, ao introduzir a eleição direta, determinou a exclusão dos analfabetos do direito de voto, mas é referência também para o entendimento do que se passa hoje no País
Humanities · Brazilian Legal Issues · Philosophy · Social and Economic Solidarity
| Unique citing works | 4 |
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| Citations per year | 0,27 |
| Citation span | 2011 - 2022 (12) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 4 |