Fazer-se notar, fazer-nos afastar
Um percurso etno-histórico sobre os indígenas em isolamento na Terra Indígena Massaco
Bibliographic Data
| ID | 3145966 |
|---|---|
| Authors | Amanda Villa (0000-0001-9146-473X, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 14 |
| Pages | 153-195 |
| Publication date | 2022-12-29 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Linguística Antropológica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2176-834X • E-ISSN: 2317-1375 |
| Publisher | Biblioteca Central da UNB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.26512/rbla.v14i1.44513 |
| OpenAlex | W4399059878 |
| Language | EN |
| Citations received | 1 |
| References cited | 1 |
A proteção de povos em isolamento no Brasil e, portanto, dos territórios que ocupam, é tarefa legalmente atribuída às Frentes de Proteção Etnoambiental, unidades descentralizadas da Fundação Nacional do Índio. Via de regra, seu trabalho parte de estratégias de investigação: buscas por vestígios localmente somam-se a entrevistas orais e aos registros da ocupação etno-histórica. Nesse sentido, esse artigo pretende contribuir com um apanhado etno-historiográfico da ocupação no médio rio Guaporé, mais especificamente do trecho que se encontra entre os rios Branco e Colorado, em que hoje se institui a Terra Indígena Massaco. Ocupada por indígenas cujas características definidoras de seu pertencimento étnico por outrem se baseiam essencialmente em sua cultura material, uma vez que sua língua nunca foi descrita, o território é referência em proteção e mistério. Ao mesmo tempo em que a abundante colocação de armadilhas (estrepes) torna expresso seu desejo por serem deixados em paz, seus vestígios dão pistas de sua identidade e são lidos com curiosidade por indígenas e não indígenas, que apostam na analogia com histórias orais e grafadas para tanto
Linguistics and Education Research · Youth, Drugs, and Violence
| Citations per year | 1 |
|---|---|
| Citation span | 2025 - 2025 (1) |
| Highly cited | No |