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Viver é influenciar

Mário Magalhães, sanitarismo desenvolvimentista e o campo intelectual da saúde pública (1940-1960)

Datos Bibliográficos

ID3387997
AutoresJosé Roberto Franco Reis (0000-0002-1133-2778, Escola Nacional de Saúde Pública, autor de correspondencia)
Año2015
Volumen27
Número2
Páginas279-304
Fecha de publicación2015-12-01
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaTempo Social (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 0103-2070 • E-ISSN: 1809-4554
EditorialFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0103-20702015213
OpenAlexW2191933437
SCIELO_PIDS0103-20702015000200279
IdiomaCA
Citas recibidas5

O artigo se debruça sobre o pensamento sanitário brasileiro entre os anos de 1940 e 1960 com o objetivo de refletir sobre a relação entre saúde e desenvolvimento. Busca, assim, problematizar a compreensão corrente que identifica um processo de polarização aberta entre os modelos de saúde consolidados no primeiro governo Vargas, notadamente as políticas do dito sanitarismo campanhista e do Serviço Especial de Saúde Pública (Sesp), em contraposição ao que se convencionou chamar sanitarismo desenvolvimentista, organizado sobretudo a partir dos anos de 1950. Os primeiros se caracterizariam pela crença de que elevados investimentos em saúde poderiam resolver os problemas sanitários, além de propiciar crescimento e prosperidade; o segundo, pela ideia de que o desenvolvimento econômico da nação seria precondição para a melhora da situação geral da saúde. Para tanto, o autor se vale das formulações do sanitarista brasileiro Mário Magalhães, identificado no texto como um dos nomes mais representativos da corrente intelectual desenvolvimentista no campo da saúde

Humanities · Political science · Health, Nursing, Elderly Care · History of Medicine and Tropical Health · Philosophy

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Obras citantes distintas5
Citas por año0,71
Intervalo de citas2019 - 2021 (3)
Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
Tipos de citaNeutras: 5
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