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Boatos em rede social no contexto da sociedade midiatizada

Bibliographic Data

ID3752372
AuthorsJosé Antonio Martinuzzo (0000-0002-5685-510X, Universidade Federal do Espírito Santo), Marco Toledo Bastos (0000-0002-5466-1619)
Year2017
Volume17
Issue35
Pages5-20
Publication date2017-12-10
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueAlceu (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1518-8728 • E-ISSN: 2175-7402
PublisherPontificia Universidade Catolica do Rio de Janeiro (PUBLISHER • BR)
DOI10.46391/alceu.v18.ed35.2017.115
OpenAlexW3097632935
LanguagePT

Este artigo deriva de uma pesquisa mais ampla sobre redes sociais digitais e o tipo de informação que circula em grupos fechados no Facebook. Os boatos disseminados em rede nos chamaram a atenção e fomos tentar identificá-los, categorizá-los de acordo com os tipos de boatos propostos por Kapferer (1993), além de observar como se dá uma possível reparação do erro de difusão de informação não confirmada. Por meio de etnografia, fizemos um trabalho de observação diária no grupo fechado no Facebook, o Utilidade Capixaba- ES - UP. Em oito meses, foi possível confirmar 18 casos de boatos nos dois sentidos propostos por Renard (2007a), boato como informação não verificada e boato como falsa informação. Nota-se que o administrador da página retira do ar o post inicial, mas mantém as repercussões. Os próprios membros postam a informação correta no grupo, o chamado "filtro social", observado por Clay Shirky (2010

Art · Humanities · Sociology · Cultural, Media, and Literary Studies · Education and Digital Technologies

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae