A paisagem como forma simbólica
Uma análise da teoria da paisagem de Anne Cauquelin
Dados Bibliográficos
| ID | 3790304 |
|---|---|
| Autores | Guilherme Sebastião (0000-0002-6184-4763, Universidade Federal do ABC, autor correspondente) |
| Ano | 2021 |
| Volume | 19 |
| Fascículo | 41 |
| Páginas | 492-521 |
| Data de publicação | 2021-04-30 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | ARS (São Paulo (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1678-5320 • E-ISSN: 2178-0447 |
| Editora | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2178-0447.ars.2021.174769 |
| OpenAlex | W3162310889 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 2 |
No ensaio A invenção da paisagem, a filósofa Anne Cauquelin investiga possíveis relações entre a produção imagética ocidental no gênero paisagem e a percepção visual do espaço como paisagem. Compreendendo a paisagem como uma peculiar forma simbólica, a filósofa defende que sua percepção resulta de um perene processo de aprendizagem que cria tanto a existência da paisagem como objeto da sensibilidade quanto as condições específicas para sua identificação com a realidade. Este artigo procura apresentar como o conceito de forma simbólica aparece e se desdobra em A invenção da paisagem, destacando o recorte referencial e a articulação autoral de Cauquelin diante da origem neokantiana do conceito em Ernst Cassirer e de sua retomada na história da arte por Erwin Panofsky
Art · Humanities · Chemistry · Historical and Literary Studies · Philosophy, Science, and History · Visual Culture and Art Theory
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |