A tripartição pronominal e o estatuto das proformas cê, ocê e você
Bibliographic Data
| ID | 3881640 |
|---|---|
| Authors | Carol Petersen (Universidade de São Paulo), C Matías Petersen (Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2008 |
| Volume | 24 |
| Issue | 2 |
| Pages | 283-308 |
| Publication date | 2008-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | DELTA Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-4450 • E-ISSN: 1678-460X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0102-44502008000200005 |
| OpenAlex | W2024119717 |
| SCIELO_PID | S0102-44502008000200005 |
| Language | PT |
| References cited | 4 |
Este artigo mostra que os argumentos apresentados em Ramos (1997) e Vitral (1996) ao defenderem a proposta de classificação da proforma cê como um clítico não conseguem dar conta do comportamento particular desta proforma no sistema pronominal do português brasileiro. Para resolver o problema, realizo uma reanálise destes argumentos em função da teoria da tripartição pronominal de Cardinaletti e Starke (1999). De acordo com esta perspectiva, as evidências apresentadas pelos autores a favor da cliticização de cê mostram apenas que cê não é um pronome forte. Ao ser identificado como um pronome fraco, pode-se então explicar o contraste entre esta proforma e ocê e você, proformas que possuem uma variedade forte e outra fraca
Humanities · Physics · Computer Science · Linguistics and Language Studies · Philosophy · Spanish Linguistics and Language Studies · Syntax, Semantics, Linguistic Variation
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |