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O fim da arte no Modernismo de Mário de Andrade

Bibliographic Data

ID3900087
AuthorsPedro Duarte (0000-0001-7889-767X), Pedro Duarte Pereira (0000-0002-3048-6959, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, corresponding author)
Year2018
Volume15
Issue2
Publication date2018-11-08
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueDoisPontos (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412
PublisherUniversidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR)
DOI10.5380/dp.v15i2.62701
OpenAlexW2906063850
LanguagePT
References cited1

O artigo analisa como o diagnóstico feito pela filosofia de Hegel no século XIX sobre o fim da arte é encontrado ainda no pensamento estético do crítico e escritor modernista Mário de Andrade no século XX, no Brasil. Sem ter se detido na análise do filósofo alemão, Mário contudo preocupou-se com a perda do antigo sentido social da arte, pois ela afastaria o Modernismo da pretensão de servir de esteio para a formação do Brasil. Os anos heroicos de 1920 da vanguarda brasileira cederam espaço, desde a década de 1930, para a autocrítica sobre o individualismo e o formalismo da arte moderna. Este artigo sustenta a tese de que tal autocrítica tardia de Mário de Andrade ao Modernismo deveu-se à tomada de consciência sobre o que, segundo a estética de Hegel, chamamos de fim da arte

Art · Art history · Hegelianism · Humanities · Arts and Performance Studies · Brazilian cultural history and politics · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy

  • Aspectos da literatura brasileira.

    Mário De Andrade•Aspectos da literatura brasileira.•1950

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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