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O PRONERA e a luta por uma educação emancipatória nos assentamentos rurais

Bibliographic Data

ID3947838
AuthorsTamires Aparecida Batista De Oliveira (0000-0002-2721-5859, Universidade Federal de Sergipe), José Eloízio Da Costa (0000-0002-3777-5403, Universidade Federal de Sergipe), Luciana Chagas Uchôa De Mendonça (Universidade Federal de Sergipe), Júlio César Pereira Batista, Júlio César Batista (0000-0003-3982-8131)
Year2018
Volume12
Issue26 Abr
Publication date2018-06-08
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Campo-Território (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1809-6271 • E-ISSN: 1809-6271
PublisherPPUFU - Portal de Periódicos da Universidade Federal de Uberlândia (PUBLISHER)
DOI10.14393/rct122609
OpenAlexW2806250124
LanguagePT

O artigo tem por objetivo discutir as práticas educacionais no campo, destacando o conjunto de iniciativas realizadas em assentamentos rurais pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Tendo em vista a importância da Educação do Campo como ferramenta emancipatória dos camponeses, buscamos diagnosticar, através de uma revisão bibliográfica sobre a temática, seus princípios e sua aplicabilidade, assim como pretendemos compreender em que medida os movimentos sociais possuem um papel de destaque como agentes educadores. Considerando o papel do MST, o presente trabalho centra-se suas ações voltadas à realidade das famílias assentadas, onde propiciam um ambiente de aprendizagem associado a um projeto de conscientização política e emancipatória. Sendo assim, o universo da pesquisa foi às práticas educativas desenvolvidas pelo MST, desde a concepção de Assentamento, através da elaboração do Plano de Desenvolvimento do Assentamento - PDA. No tocante das contradições da sociedade capitalista as práticas educativas desenvolvidas pelo movimento, sendo este um movimento confrontacional ao capital demonstram possibilidades concretas de essência para a construção do projeto histórico socialista defendido pelo Movimento. A teoria do conhecimento norteadora do trabalho foi o Materialismo Histórico Dialético, e nesta vertente, foram adotadas como referência as obras de produção acadêmica acerca do MST e a Educação como Arroyo (20017), Benjami (2001), Caldart (2003), Costa (2016), Clésio (2005), Fernandes (2008), Freire (1981, 1987, 1989, 2000), Martins (2013), Melo (2014) e Paludo (2001), que foram considerados como pressupostos básicos para o desenvolvimento deste estudo. Logo, a luta pelo acesso à educação do campo visa à necessidade de formar pessoas comprometidas e responsáveis por vida coletiva e emancipada, potencializando-se pela práxis dos movimentos sociais

Humanities · Political science · Sociology · Environmental Sustainability and Education · Philosophy · Rural and Ethnic Education · Rural Development and Agriculture

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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