As construções existenciais na fala e na escrita
Bibliographic Data
| ID | 3956347 |
|---|---|
| Authors | Elyne Vitório, Elyne Giselle De Santana Lima Aguiar Vitório (0000-0002-6279-2379, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2013 |
| Volume | 14 |
| Pages | 53-76 |
| Publication date | 2013-12-15 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Diadorim (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1980-2552 • E-ISSN: 2675-1216 |
| Publisher | Programa de Pos-Graduacao em Letras Vernaculas - PPGLEV (PUBLISHER) |
| DOI | 10.35520/diadorim.2013.v14n0a4058 |
| OpenAlex | W2340773190 |
| Language | PT |
Neste trabalho, apresentamos uma análise comparativa das realizações das construções existenciais em amostras de fala culta e escrita acadêmica. Para a descrição e análise dos dados, utilizamos a Teoria da Variação e Mudança (WEINREICH; LABOV; HERZOG, 2006 [1968]), associada a estudos linguísticos recentes sobre as construções existenciais no português brasileiro (AVELAR, 2006a,b; AVELAR; CALLOU, 2007, 2011). Os resultados mostram que, na fala culta, ter é o verbo existencial canônico, passando haver a figurar com índices muito próximos dos verbos existenciais substantivos, como é o caso de existir e essa preferência por ter favorece a implementação de construções existenciais com ter pessoal tanto na fala quanto na escrita. Na escrita acadêmica, por sua vez, haver é o verbo existencial preferido, mostrando que há uma recuperação, de maneira expressiva, de uma variante praticamente ausente da fala e uma implementação, embora sutil, do verbo ter
Humanities · Linguistic Studies and Language Acquisition · Linguistics and Education Research · Philosophy · Phonetics and Phonology Research
| Highly cited | No |
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