João ninguém e seus ninguéns
Um Alguém Em Meio À Catástrofe
Bibliographic Data
| ID | 3956553 |
|---|---|
| Authors | Ricardo Ribeiro Moura (0000-0003-1200-1070, Universidade Federal de Santa Catarina, corresponding author), Rafael Reginato Moura |
| Year | 2021 |
| Volume | 23 |
| Issue | 1 |
| Pages | 470-487 |
| Publication date | 2021-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Diadorim (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1980-2552 • E-ISSN: 2675-1216 |
| Publisher | Programa de Pos-Graduacao em Letras Vernaculas - PPGLEV (PUBLISHER) |
| DOI | 10.35520/diadorim.2021.v23n1a39104 |
| OpenAlex | W3192499940, W4378908507 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
O presente estudo tem o objetivo de apresentar alguns aspectos presentes no romance Unhas negras, do escritor português João da Silva Correia, traçando um paralelo com a mundividência do autor. João da Silva Correia, que assinava seus textos lidos na rádio BBC de Londres durante a Segunda Guerra Mundial com o pseudônimo de “João Ninguém”, trocou cartas com amigos e escritores de sua época, como é o caso de Ferreira de Castro, e se manteve, ainda que doente, como crítico ao Estado Novo de Salazar e a outros regimes autoritários que assolavam o mundo. Como aporte metodológico, foi utilizada pesquisa bibliográfica e de arquivos da Biblioteca Nacional de Portugal e do município de São João da Madeira, cidade natal do escritor e onde se passa a narrativa de Unhas negras. Como resultado, a leitura da obra do autor estudado também pode iluminar o tempo presente, como é possível perceber nas reflexões de Susan-Buck Mors e Alain Badiou. Além disso, a mundividência de João da Silva Correia, enquanto memorial escritor, guarda espaço subjetivo de pertença dentro da obra. Seu ponto de vista particular não se apresenta despegado do residual de experiência e observação ocular do jovem autor na época dos fatos narrados em seu romance
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · History, Culture, and Society
| Highly cited | No |
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