Os limites do Asolutismo
Tributação e Representatividade no Ancien Régime
Bibliographic Data
| ID | 3958348 |
|---|---|
| Authors | Tiago Nasser Appel (0000-0002-8921-5731), Armando João Dalla Costa (0000-0002-1016-7491), Armando Dalla Costa (0000-0003-2037-3771) |
| Year | 2014 |
| Volume | 12 |
| Issue | 25 |
| Pages | 185 |
| Publication date | 2014-02-26 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Política & Sociedade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1677-4140 • E-ISSN: 2175-7984 |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5007/2175-7984.2013v12n25p185 |
| OpenAlex | W2050295559 |
| Language | EN |
http://dx.doi.org/10.5007/2175-7984.2013v12n25p185Entre 1500 e 1788, os Estados Gerais da França só foram convocados quatro vezes. Neste artigo, argumentamos que a ausência de uma instituição representativa permanente – que facilitasse a barganha política entre coroa e elite – impediu que os sucessivos monarcas franceses mobilizassem na forma de impostos e dívida parcela do produto nacional correspondente com as suas ambições de política externa (guerras). Partindo do pressuposto de que no mundo pré-moderno os governos não podiam tributar sem o consentimento das elites, iremos demonstrar que o tipo de negociação “escolhida” pelo rei francês provou-se menos eficiente que a barganha intermediada por representantes do “reino” (tanto em matéria de tributação propriamente dita como de dívida pública). Além disso, demonstraremos como o rei francês, ao “dispensar” mecanismos “legítimos” de tributação (os subsídios “parlamentares”), teve que recorrer a instrumentos “extraordinários” de financiamento que, conquanto aparentemente pudessem gerar quantias relativamente grandes de dinheiro no curto-prazo, sacrificavam tanto a soberania da coroa como as suas receitas futuras
Humanities · Political science · History of Colonial Brazil · Philosophy
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |