Sem Shibboleths
Aulas de yorùbá em terreiros de batuque e a hipótese do nacionalismo linguístico
Bibliographic Data
| ID | 4014495 |
|---|---|
| Authors | Julio Souto Salom (0000-0002-4882-4805, Polydoro Ernani de São Thiago University Hospital, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 24 |
| Issue | 1 |
| Pages | 277-296 |
| Publication date | 2024-08-09 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | REVER - Revista de Estudos da Religião (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1677-1222 • E-ISSN: 2236-580X |
| Publisher | Pontifical Catholic University of Sao Paulo (PUC-SP) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.23925/1677-1222.2024vol24i1a16 |
| OpenAlex | W4402887768 |
| Language | EN |
observamos o estudo do idioma yorùbá por grupos afro-religiosos no Brasil experimentando o conceito sociolinguístico shibboleth, para cogitar a hipótese da imaginação de uma comunidade nacional transatlântica. Apresentamos as aulas de yorùbá do mestre Cica de Òyó no terreiro da Mãe Sandra de Xapanã em Alvorada (RS, Brasil). O idioma se aprende desde a cosmopolítica afro-brasileira, estabelecendo relações de cortesia e diplomacia que valorizam a diferença, para enriquecer os rituais litúrgicos e a memória comunitária, como habilidade conectiva com o heterogêneo e etimologia contra-colonial. O estudo do yorùbá não busca a homogeneização normativa, o que contesta a tese antropológica da eclesificação do culto aos orixás e da reafricanização como concorrência pela pureza originária. Sem shibboleths, o estudo do idioma não institui normas visando uma nação yorùbá transatlântica, mas ativa agenciamentos entre nações, bacias, casas, ancestrais, deuses e aparelhos, valorizando a multiplicidade como patrimônio da matriz afro-brasileira
Business · History of Colonial Brazil · Race, Identity, and Education in Brazil · Urban and sociocultural dynamics
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |