Inveja E Corpo Fechado No Maracatu De Baque Solto Pernambucano
Bibliographic Data
| ID | 4016723 |
|---|---|
| Authors | Filippo Bonini Baraldi (0000-0002-8551-6780, Université Paris 8, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 11 |
| Issue | 3 |
| Pages | 995-1023 |
| Publication date | 2021-12-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Sociologia & Antropologia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2236-7527 • E-ISSN: 2238-3875 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/2238-38752021v11311 |
| OpenAlex | W4285326422 |
| SciELO | S2238-38752021000400995 |
| Language | EN |
| References cited | 7 |
Os membros dos grupos de maracatu de baque solto da Zona da Mata norte pernambucana sentem-se particularmente expostos na época do carnaval a vários tipos de doenças causadas pelo "olho grande" dos invejosos. Daí a necessidade de práticas defensivas nos planos simbólico e estético. Para brincar o carnaval sem se arriscar é necessário fechar o próprio corpo, o que, nesse contexto significa torná-lo protegido, poderoso, saudável, invencível, não vulnerável ou susceptível aos ataques das entidades negativas despertadas pelo olho grande de rivais e inimigos. Nesse artigo argumento que a vivência emocional dos brincantes de maracatu é profundamente ligada a essa maneira de conceber o corpo durante o carnaval. Um corpo diferente do ordinário, suscetível, permeável a presenças e ataques de entidades invisíveis
Art · Humanities · Political science · Arts and Performance Studies · Social Representations and Identity · Urban and sociocultural dynamics
| Highly cited | No |
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