Reformas e revoltas - América Britânica e Portuguesa c. 1760-1790
Bibliographic Data
| ID | 4046049 |
|---|---|
| Authors | Ronald Raminelli (0000-0002-9779-5457, Universidade Federal Fluminense, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Publication date | 2020-12-15 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Nuevo mundo mundos nuevos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1626-0252 • E-ISSN: 1626-0252 |
| Publisher | OpenEdition (PUBLISHER) |
| DOI | 10.4000/nuevomundo.82701 |
| OpenAlex | W3114715061 |
| Language | PT |
Na segunda metade do século 18, para fortalecer a sua soberania sobre os territórios ultramarinos, as principais monarquias europeias intervieram na economia e administração coloniais. As reformas dos impérios, também denominadas borbônicas, pombalinas e britânicas, objetivavam particularmente reduzir a autonomia das elites coloniais, sobretudo na administração e economia. Embora os impérios fossem tão distintos, a comparação permite comprovar que o processo de centralização política das monarquias, ou melhor, a alteração das monarquias corporativas ou compósitas, estavam ocorrendo quase simultaneamente. Suas políticas intervencionistas provocaram a quebra dos pactos que envolviam o soberano e seus súditos ultramarinos. Entre 1760 e 1790, nos diferentes impérios, os súditos rebelaram contra as metrópoles para fazer retroceder as reformas. As revoltas nas colônias britânicas resultaram na independência, enquanto no Brasil a conjuntura revolucionária promoveu um novo plano para a reconstrução da soberania portuguesa sobre a colônia
Humanities · Political science · History of Colonial Brazil · Philosophy
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |