O paradeiro dos soldados desertores da Colônia Militar Pedro II
Contestado Franco-Brasileiro, 1840-1864
Bibliographic Data
| ID | 4046620 |
|---|---|
| Authors | Débora Bendocchi Alves (0000-0002-0850-7362, corresponding author) |
| Year | 2017 |
| Publication date | 2017-06-06 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Nuevo mundo mundos nuevos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1626-0252 • E-ISSN: 1626-0252 |
| Publisher | OpenEdition (PUBLISHER) |
| DOI | 10.4000/nuevomundo.70478 |
| OpenAlex | W2623339484 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Em 1840, o Império do Brasil fundou a Colônia Militar Pedro II - a primeira de uma série de colônias militares pelo país -, à margem do rio Araguari, no extremo norte de seu vasto território. Anos mais tarde, em 1855, alguns soldados da colônia se revoltaram, assassinaram seu diretor e fugiram para o Contestado Franco-Brasileiro, região fronteiriça em litígio entre os impérios do Brasil e da França. Através da correspondência oficial, esse trabalho tem como objetivo chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelo Brasil para reaver os desertores refugiados no território contestado e mesmo na Guiana Francesa. Como a documentação nos fornece a identidade e o paradeiro desses homens, considero importante recuperar as estratégias usadas por eles para se manterem livres e com isso, a complexa rede social e política nas quais estiveram envolvidos
Art · Humanities · Political science · History of Colonial Brazil
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |